segunda-feira, 17 de maio de 2010

Meus primeiros versinhos...

Areia, fina e macia, 
Me faz lembrar você quilômetros distante. 
Fascinante como a água do mar, brilhante como o sol, 
Amigável como a natureza, 
Livre, como o ar. 
Quando o frio de Minhas necessidades 
Querem petrificar minh'alma 
Penso nas brasas “E calor de nossa”, paixão. 
 E me conformo com o desejo que vive na "ausência"...


 Ah, meus momentos de dor... 
Momentos que dilaceram por dentro 
Momentos de encontro 
Encontro comigo mesma 
Com meu egoísmo 
Momentos que por altruísmo 
Não divido com mais ninguém 
Momentos em que sinto realmente a vida pulsando 
Aqueles momentos que digo: 
 Foda-se o mundo 
Eu quero é sofrer 
Eu quero saber de mim, da minha dor 
Da minha dor de amor... 


E agora eu devo lhe falar: 
Você está sozinha no mundo que conhece coração, 
O que sempre foi, não é mais senão qualquer outro amor. 
É terrível, ter que aceitar isso: Você é insubstituível. 
Estou condenada a uma vida solitária, 
Você me deu essa sentença quando se foi. 
Mas não irei ficar sozinha. 
Tenho uma fome infinita de amor, amor de corpos sem alma. 
Porque minha alma está em você. 


Sofrimento de um sonho impossível. 
 Às vezes tenho disso... 
 De ver certa pessoa em todo canto que vou... 
Certa pessoa impossível um sonho, só meu, 
 Um sonho dentro do sonho
Sonho noturno que me causa delírios 
Um sonhar acordada 
Que me deixa de Alma atormentada 
E vou me iludindo cada vez mais... 

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