A nossa consciência é um dos grandes mistérios da humanidade. Mas já sabemos que é possível alterá-la com pequenas mudanças de atitude que podem deixar você – e o mundo – transformado.
É Coisa da sua cabeça
Raymundo Vasconcelos é um matemático paulistano que sofria de estresse.
Em 2002, a situação estava tão grave que tinha dificuldade para dormir e vivia com irritação constante. “Quando resolveu tentar a meditação, o objetivo era reverter esse quadro – mas ele acabou indo mais longe.” É como se eu conseguisse controlar meus pensamentos.
Meu foco passou a ser o agora, não mais no passado ou no futuro. “Tenho uma atenção mais holística das coisas”, diz Vasconcelos.
Meu foco passou a ser o agora, não mais no passado ou no futuro. “Tenho uma atenção mais holística das coisas”, diz Vasconcelos.
O estresse, claro diminuiu, mas ele também passou a render mais no trabalho e começou a ter facilidade para aprender outras línguas. É como se tivesse passado por um salto de consciência-que ele agora consegue replicar todo o tempo. “Medito andando ou até conversando. Deixei de reagir aos meus pensamentos, agora sou eu que ajo”, diz Vasconcelos. Nem todos sentem a mesma mudança dessa forma, e a meditação não é a única maneira de se chegar lá. Mas esse grau de conscientização (de si mesmo e do ambiente ao redor) traz conseqüências impressionantes. Todo mundo já sentiu em maior ou menor grau; um estado de estar plenamente ciente de seus atos com pensamento focado nas ações. Se fosse possível ficar nesse grau de concentração o tempo todo, sintomas como ansiedade e estresse sumiriam, e até mesmo a relação com os outros e o ambiente melhoraria. O próximo passo agora seria imaginar o que aconteceria se esse processo, restrito hoje em dia a algumas poucas pessoas, fosse repetido por um grande numero de indivíduos – sociedades inteiras. É o que imaginou um grupo de pensadores, animados com os resultados que o salto de consciência pode trazer. São pessoas filiadas ao clube de Budapeste ou ao grupo Word Shift, cuja missão principal é esclarecer que estamos chegando ao limite, como indivíduos e como espécie, e que precisamos mudar a nossa relação com o mundo. “Quando uma espécie com alto nível de consciência, como o humano, chega ao limite de seus recursos, ela não precisa morrer. Ela pode mudar sua consciência. Com isso, teríamos outros valores outras prioridades. Poderíamos viver de maneira sustentável”, escreveu em um artigo Ervin Laszlo, fundador do Clube de Budapeste. Sustentável, aqui, é menos ansioso, mais responsável pelos seus atos. A lógica deixa de ser a da competição e passa a ser a da colaboração. E já temos as ferramentas necessárias para colaborar: a troca de informações e experiências. Mal não pode fazer. Pode ser um caminho para mais um momento histórico – parecido com aquele do primeiro Homo erectus que viu o significado na rocha e nos tornou humanos.
Da Matéria Mentes Brilhantes
Texto de Karin Hueck
Fonte: Revista Super Interessante edição 293 jul/2011


Estresse é um negócio complicado. Tem gente que lida bem, tem gente que não! O equilíbrio hoje é um dom! Abraço
ResponderExcluirEstamos distantes e ao mesmo tempo tão perto..
ResponderExcluirA amizade
que nos une pode vencer todas as distâncias.
Ela sim é mais forte que o tempo.
No decorrer da nossa existencia se vacilamos
em alguma coisa.
Seus verdadeiros amigos estão ali sempre
a seu lado mesmo se o Mundo conspire
contra você.
Hoje quero deixar um abraço através dessa telinha e dizer
te amo linda amizade por tudo que representa na minha vida.
Um beijo carinhoso,Evanir.
Tem o presente na postagem.
Amigos Para Sempre.
Obrigada pelas visitas e um abraço!
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