Em um determinado período de sua vida descobriu que:
“O homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto.(Amyr Klink).
E ela saiu em uma perigosa jornada atrás da VIDA e suas VERDADES. Ia ao encontro do conhecimento, da vida em abundancia. E como Lilith, que não aceitou submeter-se ao julgo de um Deus no seu caso uma “deusa”(a sociedade).
Preferiu ser expulsa do paraíso a conhecer meias verdades. Foi desbravar o mundo da escuridão por sua conta e risco. Por vezes teve que carregar o status de maldita pela desobediência aos padrões. Fez de sua jornada uma busca pelo conhecimento mesmo sabendo o alto preço que se paga por ele, nunca esqueceu essa parte da bíblia que sua mãe fazia questão de ressaltar-lhe com muita ênfase: A quem mais é dado, mais será cobrado. Quanto mais você conhecer menos direito terá de errar.
E a velha pergunta que não cala gritava em seus ouvidos: Quem sou? Qual minha responsabilidade? Na busca por esse conhecimento explodiu pelo universo. Suas partículas se espalharam foram parar muito longe e ela cada vez se tornava mais incompleta.

Pegava caminhos tortuosos, atalhos piores, parava em cada estalagem que fazia medo aos brutamontes e a pequena se sentia em casa. Vagou por lugares que não conhecia, teve que quebrar sua arrogância em mil pedaços. Mergulhou nas sombras, conheceu um todo de todas as situações extremas. Anos se passaram e ela chega a algum canto onde decide parar por pura exaustão, mas está totalmente incompleta. Pois quanto mais conhecia mais incompleta se sentia. A busca não teria fim. Mas ela já necessitava de um caminho um pouco mais suave.

Sentiu que era hora de inteirar seu ser.
Juntar seus fragmentos.
Se refazer.
Retornar a luz. Mas que luz é essa?
Sente que corre o risco de enlouquecer se não aprender a administrar esse conhecimento.
Separar o joio do trigo.
Como se recompor?
O gosto amargo do fruto da arvore não lhe sai da boca. As doces ilusões já não lhe satisfazem, mal lhe seduzem. E agora como adequar tudo isso a vida cotidiana. Como viver uma realidade castradora? Como uma nômade se assenta de vez?





A Felicidade te mantém doce,
ResponderExcluirAs tentativas te mantém forte,
As sanções te mantém mulher,
O desafio te mantém humilde,
O sucesso te mantém brilhante.
E Deus te mantém de pé ...
Sucesso e paz + tudo de bom pra vc quiiirida.