Não almejo mais do que amanhã acordar e viver minha vida mais um dia como ela é, insignificante. Que os grandes me perdoem, mas acho aqueles que são tidos como pequenos bem maiores.
Que cada um se ocupe de seus afazeres e se esforce por ser como foi feito. Apraz-me seguir minhas inclinações – não caminhar em procissões com pompa e ostentação, num lugar em evidência, mas freqüentar o lugar comum – não viver neste século desassossegado, nervoso, dinâmico, fútil, vulgar e violento, mas ficar de pé ou sentado pensativo enquanto ele vai passando.
Outro Alguém Sem Sobrenome
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