Li o livro a pouco.
Minha opinião a respeito: o livro é o máximo.
A idéia perfeita.
Li a Divina Comédia, na verdade nem terminei, achei terrivelmente maçante.
Apesar do inferno de Dante ser bem mais apavorante e o de Sartre mais sóbrio e elegante, é tão terrível quanto.
Todos os aspectos me apavora:
Não dormir nunca, seria um dos meus maiores tormentos. Dormir me faz bem.
O outro. Eu sempre acabo colocando o julgamento do outro como algo que me atormenta muito. E o pior, que eu acabo pensando, o que o outro está pensando de mim.
E me atormento sem saber se realmente o outro está pensando.
As vezes chego a brigar por ter certeza do pensamento do outro.
Por isso concordo quando Sartre diz o Inferno é o outro, mas não o outro verdadeiro, e sim o outro que eu crio. Então pode se concluir que o inferno sou eu :)
Na verdade a presença constante do outro também me é muito desagradável.
Gosto da solidão, de não ter ninguém para discordar... :)
Nenhum olhar "inquisitor" por perto.
Na verdade acho que estou me tornando uma misantropa, ou sempre fui, mas hoje ficando mais velha tenho a coragem e a vontade de admitir. Só não sei o que vou fazer quando chegar ao inferno e ter que conviver a eternidade com o próximo.
Por isso me dou o direito de me abster o máximo da companhia alheia agora.
E tenho dito.
É muito louco tudo isso principlamente por ser sábado de manhã...
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Sobre o livro
Li o livro a pouco.
Minha opinião a respeito: o livro é o máximo.
A idéia perfeita.
Li a Divina Comédia, na verdade nem terminei, achei terrivelmente maçante.
Apesar do inferno de Dante ser bem mais apavorante e o de Sartre mais sóbrio e elegante, é tão terrível quanto.
Todos os aspectos me apavora:
Não dormir nunca, seria um dos meus maiores tormentos. Dormir me faz bem.
O outro. Eu sempre acabo colocando o julgamento do outro como algo que me atormenta muito. E o pior, que eu acabo pensando, o que o outro está pensando de mim.
E me atormento sem saber se realmente o outro está pensando.
As vezes chego a brigar por ter certeza do pensamento do outro.
Por isso concordo quando Sartre diz o Inferno é o outro, mas não o outro verdadeiro, e sim o outro que eu crio. Então pode se concluir que o inferno sou eu :)
Na verdade a presença constante do outro também me é muito desagradável.
Gosto da solidão, de não ter ninguém para discordar... :)
Nenhum olhar "inquisitor" por perto.
Na verdade acho que estou me tornando uma misantropa, ou sempre fui, mas hoje ficando mais velha tenho a coragem e a vontade de admitir. Só não sei o que vou fazer quando chegar ao inferno e ter que conviver a eternidade com o próximo.
Por isso me dou o direito de me abster o máximo da companhia alheia agora.
E tenho dito.
É muito louco tudo isso principlamente por ser sábado de manhã...
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